13 de junho de 2013

O sono dos barcos




De que matéria são
os sonhos dos barcos que dormem
na lisura da areia?
De que tempestades esperam 
ser salvos
pelas gaivotas que ainda têm asas?




5 comentários:

Lídia Borges disse...


Com os barcos dormindo, todas as viagens não passam de vãs promessas.


Um beijo

joaquimdocarmo disse...

Olá, Maria João!
Cheguei e espero voltar, embora ultimamente não seja muito assíduo na blogosfera!
Abraço fraterno do
Joaquim do Carmo

Branca disse...

Tal como o Joaquim a minha assiduidade tem sido pouca, mas estou sempre por aqui.

Belíssimo poema, em pouco se diz muito.

Beijos
Branca

Menina Marota disse...

Nas gaivotas que ainda têm asas está o voar da esperança. Que existe em cada um de nós.
Beijo.

Maria João Mendes disse...

Talvez, sejam feitos de esperança…
Dos dias passados (ainda)
Das memórias das ondas em sol.
Onde foram asa.

Gosto sempre muito da tua poesia, tanto…

Beijinho