12 de fevereiro de 2013

Depois mais nada


Mirjam Delrue

Crescer foi só aquela vertigem de apanhar no chão o teu último beijo.
Depois, depois mais nada.



18 comentários:

Rogério Pereira disse...

Sabes poeta,
que a seguir a mais nada
vem tudo aquilo que ainda resta?

E é tanto...

Lídia Borges disse...


Acho que o Rogério tem razão. :))




Um beijo

Antonio Gallobar disse...

Uma maravilha poética, tantas coisas ditas em tão pouco... Beijinho amiga é sempre um prazer passar por cá.

Antonio Carlos Macedo disse...

Fui convidado a esta visita pelo Gallobar, não me arrependi de ter aceitado, a reverencio poetisa !
Abraços

Luis lourenço disse...

Por sugestão do António Gallobar vim espreitar seu blogue. Sem os detalhes
tudo seria mais banal do o que já é.
abraço,
Véu de Maya

Paulo Francisco disse...

Lindo! Obrigado Antonio Gallobar por me apresentar este blog...

Estamos sempre crescendo com o que apanhamos no chão, seja um beijo, seja o céu de ponta-cabeça.

Branca disse...

Ah, Maria João, vinha dos teus versos com a minha resposta na cabeça que é tão igual à do António:

Tanto dito em tão poucas palavras!

A primeira vez que cheguei aqui foi pela mão de alguém que não sei porque me trouxe..., mas fiquei para sempre, há tanto e fico contente que o António Gallobar ele próprio muito bom escritor e fotógrafo te tenha descoberto e hoje por acaso tenha vindo aqui mais cedo através do e-mail e da recomendação do António. Apenas hoje e porque sabes como estou sempre por aqui há muito. É apenas por pessoas como ele e como tu e como alguns outros que tenho pena de já não ter um blog, porque não me fazem falta as adulações, mas as palavras sinceras de quem tem a vossa sabedoria de vida e o vosso amor e essas posso lê-las na mesma, talvez com o egoísmo de não vos dar oportunidade de resposta e partilha, mas quero que saibas e sabem sempre todos aqueles que sentem os outros de como estou presente em tantos momentos e este é um grande momento de partilha, porque gosto de pessoas que gostam dos outros, porque gostei do gesto lindo do António, porque gosto de juntar amigos.

Beijo grande
Branca

AC disse...

Um fragmento, pleno de beleza, mas apenas um fragmento. Há mais, muito mais, não é assim, Maria João?
As palavras são realmente suas cúmplices.

Beijo :)

Antonio Gallobar disse...

Obrigado a todos por terem vindo. Um abraço para todos.

Maria Luisa Adães disse...

A encontrei na Mª. João, amiga de longa data e se me deparou a beleza de seu dizer e amei!

Maria Luísa Adães

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Bastou, para eu querer voltar.
Voltarei...
Um abraço!

Nilson Barcelli disse...

Depois do nada vem sempre alguma coisa, porventura até melhor...
Maria João, querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.

Maria João Brito de Sousa disse...

... e a admiração que eu sinto por quem consegue dizer tanto em apenas duas pequeninas frases... eu que levei algum tempo a entender que conseguiria dizer alguma coisa nos catorze versos de um soneto...

Um beijo, Maria João!

Andy disse...

docemente simples e belo...
em tão pouca palavras, o tanto que consegues dizer.

beijos amiga!
p.s. gosto muito do novo visual do blog

Mariazita disse...

Maria João, querida e "velha" amiga
Não há um mínimo problema em não teres chegado no dia certo. O(a)s amigo(a)s não têm dia nem hora marcada, simplesmente quando chegam trazem consigo a felicidade.
É quanto basta!
Obrigada!

A tua frase, tão simples e pequenina, e com tanta profundidade! Só poderia ser de tua autoria...

Uma semana feliz.
Beijinhos

A.S. disse...

Tão exacto...
Tão deliciosamente poético
Tão belo!


Beijos,
AL

Graça Sampaio disse...

Belo poema de amor| Quem me dera saber dizer assim!

Parabéns!

Maria João Mendes disse...

Depois veio a consciência
Razão sem nenhuma razão…
(era tão bom crescer como a terra…)
Depois, há sempre algo.
O tempo dirá.

Imensa tua poesia!
Beijinho