19 de julho de 2009

Pequenos e frágeis

Esta imagem (1), foi obtida através de um satélite não navegável.
Nela podemos observar o tamanho do Planeta Terra comparativamente ao Planeta Saturno.

Um pequeno ponto apenas....

"Nesse pequeno ponto azul, estamos todos.
Todas as nossas guerras…
Todos os nossos problemas…
Toda a nossa grandeza e toda a nossa miséria ...
Toda a nossa tecnologia, a nossa arte, os nossos feitos…
Todas as nossas civilizações, toda a nossa fauna e flora..
Todas as nossas raças, todas as religiões…
Todos os nossos governos, países e estados…
Todo o nosso amor e o nosso ódio…
Seis mil milhões de almas em constante convulsão
" ( 2 )

Dá que pensar....

Mas esta imagem em si, também ela é um pequenino ponto.

Senão, vejamos...

Pequenos e frágeis!

Tomemos tudo isto, como uma lição de humildade...

(1)Retirada da Net
(2) Texto retirado de um maravilhoso email que me foi reencaminhado e de autoria desconhecida.

16 comentários:

Vieira Calado disse...

Uma "pequena precisão":

Somos 6 mil milhões de almas

e não 6 milhões!

De resto tudo bem.

Bjs

Maria João disse...

Calado..
Na realidade, faltava lá o "mil".
Correcção feita e muito obrigado pela chamada de atenção!
Um abraço

Carlos Albuquerque disse...

Haverá, certamente, outros pequenos pontos azuis (pequenos ou grandes!)para onde vamos ter que emigrar. Este a que chamamos Terra e a nossa espécie, vinda sabe-se lá donde, habitou, colonizando-a está a exaurir-se.Oxalá levemos na bagagem um livro de instruções em que o primeiro capítulo seja: "Preservação de VALORES da espécie humana".
Continue a dar-nos que pensar, Maria João!

Sandra disse...

Oi amiga!
Tem um presente para vc. em Curiosa.
Passe la´. Ficarei bem feliz em presenteà-la.

Olha sem querer eu entri em cipreste. Qualquer coisa, peça desculpa lá por mim. srsrsrsr.
Te espero.
Sandra

José Quintela Soares disse...

O "problema" é que, habitando um pequeno ponto celeste, o Homem julga-se dono de todo o Universo...
Destrói o pequeno ponto, e parece importar-se pouco com a façanha.

JC disse...

Olá João!
Não vale a pena vivermos com tanto ódio, tantas guerras, tanta sede de poder, tanta falta de respeito.
Valia mais os homens, os governos o mumndo entenderem-se e vivermos em paz. Seique isto que escre vi muitos acharãouma utopia. Eu próprio tenho algumas duvidas alguma vez poderemos viver em paz.
Mas se todos tentarmos, se todos colaboramos, se todos dermos um paço, mesmo pequeno que seja estaremos a contribuir para essa paz, para esse bem esa que todos ansiamos.
Beijinhos

A.S. disse...

Maria João...

Até quando tão absurda irracionalidade?
Será que ainda iremos a tempo???


Beijos....
AL

Alexandra disse...

Maria João, obrigada pela partilha - uma belíssima forma de constatar a nossa pequenez...


Um beijinho.

Mariazita disse...

Querida amiga
Não nos damos conta de que não passamos de formiguinhas, perante a imensidão do Universo.
Se parássemos um pouco para reflectir, talvez se evitasse grande parte das desavenças que assolam o mundo, causam tanta desgraça e morte, e um dia acabarão com o próprio planeta.
Gostaria de pensar de forma diferente, mas...haverá algum motivo para isso???

Um grande beijinho
Mariazita

JC disse...

Olá João,
Passei para te desejarum bom fim de semana.
Beijinhos

rouxinol de Bernardim disse...

Ficamos siderados com a grandeza do universo! bom contributo para este mergulho...

SILÊNCIO CULPADO disse...

Maria João

Humildade é o que vai faltando cada vez mais ao ser humano à medida que faz novas conquistas no espaço e nas tecnologias. Efectivamente, à medida que conquista conhecimento o ser humano perde a noção da realidade e da sua pequenez e fragilidade num universo desconhecido e imenso.
Também a vida, e tu sabe-lo melhor que ninguém pela profissão que exerces, não passa duma sequência de momentos que a qualquer instante pode ser interrompida. Não faz sentido tanta arrogância, altivez e frieza, tanta desumanidade.
Abraço

lili laranjo disse...

jóao
O mundo com amigas como tu ´é muito"mais melhor".

um beijo

LIVROS

Livros e árvores…
Com folhas muitas folhas…
Folhas soltas e coladas…
Agarradas ao seu tronco…
E como tudo na vida…
As folhas são fortes e seguras…
E nessa fortaleza e segurança…
Sentimos a segurança da vida…
Mas sem querer…
As folhas soltam-se e voam…
E saem sem pedir…
E correm o mundo e só assim:
Vêm que foi, bom descobrir
Mas para isso foi preciso…
Andar, correr, sorrir e sofrer…
E ao sofrer e sorrir…
Conseguimos fazer o que sonhávamos…




Lili Laranjo

Sandra disse...

retribuindo a sua visita.
Tem um carinho para vc. no Blog Uma Interação de Amigos.
Passe lá.
Sandra

Pedro F disse...

Pena que a sociedade às vezes tenha dificuldade em perceber a nossa insignificância...

Nilson Barcelli disse...

Mas a nossa pequenez tem coisas engraçadas. No meio dos 6 mil milhões, encontrei-te... isto é mesmo pequeno... eheheh...
Um beijo.