
Deixa-me desenhar-te,
Um desenho sem côr e sem dor,
Um desenho só para nós dois.
Esboçado com as nossas cinzas
Para colorirmos de vida, depois.

Deixa-me desenhar-te,
Em cada pormenor, em cada detalhe.
Marcar num só traço este momento,
Antes que o tempo roube a beleza,
Ou o amor se dilua com o vento.
Deixa-me desenhar-te.....
Desenhos a carvão sobre papel de Alfredo Volpi (1951)
7 comentários:
Para que fique...
E para recordar... depois...
Bjs
O julgamento dos teus fracassos
É feito numa lagoa sem azul
Um milhafre lança um pio de raiva
Que atinge o branco das casas do sul
Depois, o silêncio da solidão
Esta muda inquietação
Um barco sem água no casco
Numa espera de assombração
Bom fim de semana
Mágico beijo
Querida Maria João
Não sei se este poema é de tua autoria...
Seja ou não, é LINDO! Adorei!
Igualmente bonitos são os desenhos.
Sabes que aprecio muito desenhos de mãos e de pés?
Nos meus tempos de estudante fui sempre muito boa aluna a desenho, e as partes mais difíceis eram. exactamente, as mãos e os pés.
Obrigada pelas tuas palavras carinhosas na Casa. Logo, logo...há mais.
Beijinhos
Mariazita
Parabéns Maria! Encontrei vc atravéz do Lirios do Macua que tenho a honra de ser minha seguidora.
O poema é lindo! Adorei, e voltarei outras vezes.
Um ótimo final de semana.
Bj
Excelente!
Passando para desejar
Um resto de um bom fim-de-semana
Com paz, saúde e muito amor…
Fico grato pela visita
E comentário
Que fez no meu blogue…
O eterno abraço…
-MANZAS-
Obrigado a todos pelos vossos comentários e elogiosas palavras.
Mariazita..
Na relidade sempre que não esteja outro autor identificado, o que escrevo tem a minha autoria.
Um abraço a todos
lindos poemas.
abraços
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