Por entre as fendas dos muros...
ouvem-se os lamentos
no ranger das amarras
e rasga-se a cal
pela força dos punhos
Nas fendas dos muros...
renasce a esperança do grito
temperado de sal
e o ruir das muralhas
no sopro nos medos
Das fendas dos muros...
escorre a seiva em cascata
ao abraço das mãos
que prolongam a vida
no encontro dos dedos
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